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07 de junho de 2026EstratégiaRicardo Zago8 min

Stablecoins para pagamentos transfronteiriços: guia para empresas da América Latina em 2026

Pontos Chave

  • Redução de Custos: As stablecoins barateiam as remessas internacionais na América Latina de tarifas entre 3% e 6% para menos de 1%.
  • Compliance por País: O Brasil possui o marco rígido e oficial da BCB 521, enquanto México, Colômbia e Argentina contam com sandbox regulatórios ou flexibilidade cambiária de base.
  • Segurança Jurídica: Contratos contábeis e fiscais bem estruturados garantem que a transação resista a auditorias de balanço das autoridades tributárias da região.

Para empresas que importam e exportam serviços ou insumos na América Latina, os pagamentos transfronteiriços tradicionais são caros, lentos e repletos de taxas ocultas de rede bancária tradicional (SWIFT). Stablecoins como USDT e USDC oferecem liquidez e rapidez quase instantâneas.

Para saber como modelar essa perna de pagamento na sua corporação em plena conformidade, fale com o time de especialistas da Avalon.

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Ricardo ZagoRZ

Ricardo Zago

Consultor e Co-fundador da Avalon Blockchain Consulting · Professor de Blockchain na FIAP · Mentor de Startups

Ricardo Zago atua na estruturação de negócios em blockchain, tokenização de ativos reais e stablecoins para o mercado corporativo. Desenvolve projetos na interseção entre mercados tradicionais e infraestrutura descentralizada, com foco em viabilidade regulatória e geração de resultado para empresas brasileiras.

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